| sexta-feira, setembro 12, 2008 |
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Alçando vôo se lançar.

Olhe, olhe mais longe, alem do mundo. Voe pro Céu. |
| posted by Karin @ 5:04 p.m. |
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| sábado, setembro 06, 2008 |
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"A cria que se crie, a dona que se dane. Os insetos interiores proliferam-se assim: Na morte e na merda.
Seus sintomas? Um calor gélido e ansiado na boca do estômago. Uma sensação de: o que é mesmo que se passa? Um certo estado de humilhação conformada o que parece bem vindo e quisto. É mais fácil aturar a tristeza generalizada Que romper com as correntes de preguiça e mal dizer. Silenciam-se no holocausto da subserviência O organismo não se anima mais. E assim, animais ou menos assim, Descompromissados com o próprio rumo. Desprovidos de caráter e coragem, Desatentos ao próprio tesouro...caem. Desacordam todos os dias, não mensuram suas perdas e imposturas. Não almejam, não alma, já não mais amor. Assim são os insetos interiores." |
| posted by Karin @ 9:55 a.m. |
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Faço de meu discurso uma dúvida. Sou as reticências, a idéia não acabada. Você, a interrogação. E me impede de sê-lo. O que é justo que se queira disso?
E o mundo...? |
| posted by Karin @ 9:49 a.m. |
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